Alexandra Maçanita nos recebe na FITAPRETA.
Alexandra Leroy Maçanita conduz uma prova que aproxima os vinhos das escolhas de quem os produz. A FITAPRETA abre a jornada no Alentejo com uma conversa sobre castas, origem e trabalho de adega.
Wine & Place · Portugal 2027
Onze dias. Cinco regiões vínicas. Uma narrativa.
Portugal a partir das vinhas, das garrafas e das pessoas que nos recebem à mesa.
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A essência
Do Alentejo ao Douro, o percurso atravessa cinco regiões vínicas oficiais. As visitas aproximam cada vinho de sua origem: os solos, as castas, as escolhas de adega e as pessoas que o produzem.
O programa confirmado para 2027 reúne a prova com Alexandra Maçanita na FITAPRETA, a vertical e o almoço no Mouchão, a mesa da família Pato e o encontro com o Vadio na Bairrada.

O gesto de receber
No Mouchão, Iain Reynolds Richardson e o enólogo Hamilton Reis compartilham uma prova vertical e o almoço preparado pela chef Eva Lafita. Na FITAPRETA, Alexandra Leroy Maçanita recebe o grupo para uma prova com Pala Pinta e Encanamento entre os destaques. O encontro acontece no Alentejo; o Pala Pinta traz também a origem Douro DOC para a conversa.
Conhecer os encontros de assinatura →A jornada
01A chegada a Lisboa e a hospedagem no Real Palácio dão início ao encontro. Antes das vinhas, há tempo para pousar as malas e entrar no ritmo da viagem.
02Alexandra Maçanita nos recebe na FITAPRETA. Herdade das Servas e Dona Maria ampliam a leitura do Alentejo, antes de a Torre de Palma transformar a hospedagem em continuidade da paisagem vínica.
03Iain Reynolds Richardson e Hamilton Reis compartilham a propriedade, a prova vertical e o almoço com a chef Eva Lafita. O dia se prolonga rumo ao Dão, com chegada à Casa da Ínsua.
04Da Casa da Ínsua à Taboadella e ao Ribeiro Santo, conhecemos diferentes expressões do Dão. A Madre de Água encerra o dia entre vinhas, produção agrícola e hospitalidade.
05Uma passagem pela loja da Casa da Passarella precede a Quinta do Soito e Santar Vila Jardim. A paisagem muda até Marialva, onde as Casas do Côro aproximam vinho, cozinha e aldeia histórica.
06O almoço com Luís Pato e a família reúne leitão, vinhos e histórias de quem acompanha a Baga há décadas. Depois, Ílhavo nos recebe no universo da Vista Alegre.
07As Caves São Domingos apresentam o método tradicional e o tempo de estágio. No Vadio, encontramos outra escala de produção e outra leitura da Bairrada, antes de seguir para Guimarães.
08A chegada à Quinta da Gaivosa aproxima a jornada da família Alves de Sousa. Vinhas antigas, encostas e vinhos dão início aos três dias dedicados ao Douro.
09A Quinta do Vallado e a Quinta do Crasto colocam lado a lado histórias familiares, vinhas e escolhas de adega. Entre as propriedades, o rio acompanha a leitura da região.
10A Quinta Nova de Nossa Senhora do Carmo e a Quinta do Bomfim encerram o capítulo duriense, aproximando vinhos de quinta e a tradição do Porto. Depois, o percurso retorna a Lisboa.
11A despedida acontece em Lisboa. Ficam os lugares, as conversas à mesa e novas referências para reconhecer Portugal a cada garrafa aberta.
As casas da jornada
Quintas e produtores compõem o percurso pelo Alentejo, Dão, Beira Interior, Bairrada e Douro. Torre de Palma e Casa da Ínsua aparecem também por seus vinhos, como propriedades anfitriãs cuja produção participa da jornada.
O Alentejo abre a jornada por vozes muito diferentes: projetos autorais, famílias históricas e propriedades onde vinha, adega, mesa e hospedagem pertencem à mesma paisagem.

Évora
Alexandra Leroy MaçanitaDiretora de enoturismo e anfitriã
Alexandra conduz a prova dentro da linguagem irreverente da FITAPRETA, aproximando castas, território e escolhas de adega sem transformar o encontro em uma visita convencional.
No copoPala Pinta, de origem Douro DOC, e Encanamento entre os destaques da prova realizada na FITAPRETA.
A evidênciaRecepção pessoal, prova comentada e acesso à narrativa autoral do projeto.

Estremoz
Família Serrano Mira e equipeProdutores
Uma propriedade familiar em que a escala da vinha encontra uma leitura precisa de Estremoz e do Alentejo. A conversa passa pela continuidade entre gerações e pelo modo como cada vinho nasce de parcelas e castas portuguesas.
No copoVinhos da Herdade das Servas, com foco nas castas e nos lotes que expressam Estremoz.
A evidênciaHistória familiar, vinha própria, adega e prova orientada pela equipe da casa.

Estremoz
Júlio Bastos e equipeProprietário e produtor
Na Quinta do Carmo, arquitetura, memória e vinho convivem sem ruptura. A propriedade apresenta o trabalho de Júlio Bastos e uma visão de elegância construída a partir do Alto Alentejo.
No copoDona Maria e os vinhos de parcela e reserva que traduzem o trabalho de Júlio Bastos.
A evidênciaCasa histórica, adega e prova conectada à trajetória do produtor.

Casa Branca
Iain Reynolds Richardson e Hamilton ReisProprietário e enólogo
O Mouchão é recebido por dentro: família, enologia e cozinha sentam-se à mesma mesa. A propriedade revela como Alicante Bouschet, lagares e tempo de garrafa formam uma identidade que atravessa gerações.
No copoMouchão e safras escolhidas para uma leitura vertical da propriedade.
A evidênciaAlmoço com os anfitriões e a chef Eva Lafita, acompanhado por prova vertical.

Propriedade anfitriã com produção vínica própria
Monforte
Duarte de Deus e equipeEnólogo e anfitriões da propriedade
No Alto Alentejo, a Torre de Palma não é apenas hospedagem. Duarte de Deus trabalha sete hectares, sete castas e microparcelas influenciadas pela Serra de São Mamede para produzir vinhos de autor, em pequenos lotes e com intervenção mínima.
No copoArinto + Alvarinho, Reserva Tinto, Alicante Bouschet & Tinta Miúda e vinhos da família.
A evidênciaVinha própria, adega boutique, lagares de mármore e produção artesanal dentro da propriedade.
No Dão, granito, altitude e floresta aparecem em projetos de escalas distintas. A região é lida por produtores e propriedades que conectam vinho, patrimônio e vida agrícola.

Silvã de Cima
Rodrigo Costa e equipeEnólogo e anfitriões da quinta
A Taboadella aproxima arquitetura contemporânea, vestígios de um antigo lagar e vinhas do Dão. A visita convida a observar como a propriedade interpreta o granito, as castas e o trabalho de adega.
No copoGrande Villae, Encruzado e referências selecionadas do portfólio da quinta.
A evidênciaVinha, adega, lagar romano e conversa técnica com a equipe de enologia.

Carregal do Sal
Victor Seco e equipeCoordenação e anfitriões do projeto
A visita lê o Dão pela textura do granito e pela frescura das vinhas. Victor Seco e a equipe conectam território, adega e uma seleção de rótulos do projeto Magnum Vinhos.
No copoRibeiro Santo e vinhos selecionados para mostrar a precisão contemporânea do Dão.
A evidênciaRecepção da equipe, leitura do terroir e prova orientada.

Lagarinhos
Equipe da loja da Casa da PassarellaLoja de vinhos
A passagem pela Casa da Passarella é dedicada à loja. É uma oportunidade para conhecer os rótulos de uma casa histórica do Dão e escolher garrafas para continuar a descoberta da região.
No copoRótulos da Casa da Passarella disponíveis na loja.
A evidênciaParada na loja, sem visita à adega ou prova guiada incluída nesta etapa.

Mangualde
Equipe da Quinta do SoitoProdutores
A Quinta do Soito traz uma escala próxima e uma leitura contemporânea das castas do Dão. A conversa acontece entre vinha, projeto familiar e vinhos de identidade regional.
No copoVinhos da Quinta do Soito com foco nas castas tradicionais do Dão.
A evidênciaVinha própria, produção familiar e prova comentada.

Santar
Equipe de Santar Vila JardimAnfitriões do patrimônio e da paisagem
Em Santar, jardins históricos e vinhas são lidos como uma única paisagem cultural. O vinho participa da visita sem se separar da arquitetura, dos jardins e da memória da vila.
No copoVinhos ligados à paisagem de Santar e ao território do Dão.
A evidênciaJardins históricos, patrimônio, vinha e hospitalidade local.

Propriedade anfitriã com produção vínica própria
Penalva do Castelo
Enólogos e equipe da Quinta da ÍnsuaProdução vínica e produtos da propriedade
A Casa da Ínsua produz vinho desde 1852 e mantém adega, vinhas e produtos agrícolas dentro da quinta. A hospedagem ganha outra dimensão quando o Dão DOC, o Queijo Serra da Estrela DOP e a produção local chegam à mesma mesa.
No copoEncruzado, Branco Reserva, Tinto Reserva e Grande Reserva Casa da Ínsua.
A evidênciaProdução na quinta, adega histórica, castas do Dão e provas acompanhadas pelos enólogos da propriedade.
Em Marialva, a jornada chega à Beira Interior pelas Casas do Côro. Vinho, cozinha e hospedagem aproximam o visitante da vida na aldeia histórica e das vinhas que a rodeiam.

Marialva
Cármen e Paulo Romão, com enologia de Rui MadeiraProprietários e criadores dos vinhos
As Casas do Côro transformam Marialva em uma experiência de território. Vinhas velhas com mais de oitenta anos e novas parcelas plantadas a cerca de seiscentos metros dão origem a vinhos frescos, minerais e marcados pela acidez da altitude.
No copoEntrada e Jura Flor Nobre, referências vínicas produzidas a partir das vinhas de Marialva.
A evidênciaVinhas locais, produção própria, gastronomia e hospedagem reunidas na aldeia histórica.
A Bairrada é contada pela Baga, pelo método tradicional e por produtores que escolheram preservar identidade mesmo quando isso exigia seguir na direção oposta.

Óis do Bairro
Luís Pato e famíliaProdutor e família anfitriã
A mesa familiar aproxima a Baga de quem dedicou décadas a compreender parcelas, solos e longevidade. O encontro deixa que o vinho seja contado em primeira pessoa.
No copoVinhos de diferentes vinhas e safras escolhidos por Luís Pato.
A evidênciaAlmoço com a família, leitura de parcelas e prova conduzida pelo produtor.

Anadia
Susana Pinho e equipeAnfitriã da casa
Nas galerias subterrâneas, o método tradicional aparece como trabalho paciente. Espumantes e aguardentes formam um arquivo líquido da Bairrada.
No copoEspumantes de longa guarda e aguardentes selecionadas pela casa.
A evidênciaGalerias, método tradicional, estágio prolongado e prova orientada.

Poutena
Luís Patrão e equipeProdutor
O Vadio trabalha a Bairrada em pequena escala, com foco na Baga, na acidez e na transparência do lugar. É um contraponto autoral dentro do capítulo regional.
No copoVadio Baga e referências de pequena produção.
A evidênciaProjeto independente, produção de escala próxima e leitura direta da Bairrada.
Três dias e cinco propriedades para conhecer diferentes expressões do Douro: Gaivosa, Vallado, Crasto, Quinta Nova e Bomfim. Famílias, vinhas e adegas aproximam os vinhos de quinta da tradição do Porto.

Santa Marta de Penaguião
Família Alves de SousaProdutores do Douro
A Quinta da Gaivosa reúne encostas exigentes, vinhas quase centenárias e a memória de várias gerações. A propriedade é apresentada como origem, não como cenário: é daqui que nasce um dos vinhos mais emblemáticos da família.
No copoQuinta da Gaivosa e uma seleção de Douro DOC e Porto da família Alves de Sousa.
A evidênciaVinhas antigas, adega familiar, socalcos e prova guiada na propriedade.

Peso da Régua
Família FerreiraDescendentes de Dona Antónia Adelaide Ferreira
Fundada em 1716 e ainda conduzida pelos descendentes de Dona Antónia Adelaide Ferreira, a Quinta do Vallado conecta casa histórica, vinhas velhas e arquitetura contemporânea sem transformar tradição em imobilidade.
No copoQuinta do Vallado Reserva Field Blend, Adelaide e uma seleção de Douro DOC e Porto.
A evidênciaVinhas plantadas entre as décadas de 1920 e 1950, lagares de granito, adega contemporânea e gestão familiar.

Gouvinhas · Sabrosa
Família RoquetteQuarta geração na condução da propriedade
Com registros vínicos desde 1615, a Quinta do Crasto transforma uma herança secular em referência contemporânea. A família Roquette apresenta o Douro através de parcelas centenárias, vinhos de identidade e uma paisagem de grande força.
No copoVinha Maria Teresa, Vinha da Ponte e referências de Douro DOC e Porto da Quinta do Crasto.
A evidênciaMarco pombalino de 1758, vinhas centenárias, adega familiar e parcelas emblemáticas sobre a margem direita do rio.

Covas do Douro · Sabrosa
Família Amorim · equipe de viticultura e enologiaPropriedade, vinha e adega
Na Quinta Nova, 41 parcelas tradicionais permitem ler o Cima Corgo em detalhe. A adega histórica de 1764, hoje renovada, aproxima patrimônio, precisão vitícola e uma linguagem de vinhos desenhada a partir dos microterroirs da propriedade.
No copoAeternus, Mirabilis, vinhos de parcela, Quinta Nova Reserva e Porto Vintage.
A evidênciaQuarenta e uma parcelas, adega de 1764, vinhas centenárias e criação vínica conduzida a partir da propriedade.

Pinhão
Família Symington · equipe da Dow'sCinco gerações no Douro
À margem do rio, a Quinta do Bomfim é casa de família e origem de alguns dos Portos Vintage mais celebrados da Dow's. Lodge, vinhas e lagares mostram como técnica, continuidade e tempo constroem um grande Porto.
No copoDow's Quinta do Bomfim Vintage Port e uma seleção de Porto e Douro DOC da família Symington.
A evidênciaLodge de 1896, vinhas de xisto, lagares modernos e cinco gerações da família Symington na propriedade.
Hotéis que nos recebem
As experiências vínicas mantêm a origem presente durante a noite; os hotéis de percurso protegem o ritmo das transições.
Atlas da jornada · Edição 2027
O percurso geral reúne as casas, as hospedagens e as conexões. O traçado territorial mostra a sequência dos onze dias; as camadas por região permitem aproximar o olhar de cada território.
Explorar o mapa de 2027Para ver uma região com mais clareza, desative a camada geral e ative a região desejada no Google My Maps.
Vinhos de Origem · Portugal 2027
Conheça o programa completo, com a sequência dos onze dias, as casas anfitriãs e os encontros preparados para esta edição.
O material detalhado é acessado pela área WCE. O booklet e o PDF do cliente não são disponibilizados nesta página pública.
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Uma jornada, edições distintas
As histórias de Mouchão e FITAPRETA, os anfitriões e as conversas que continuam depois da viagem vivem na coleção de 2026. Conheça as matérias e retome o percurso nos registros da edição.
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